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Sonho e Realidade
          No começo, o sonho e a dura realidade

          A 1ª Legislatura aprovou lei e ditou os rumos do desenvolvimento da capital. Comparados aos dias de hoje, os primeiros projetos parecem significar muito pouco, mas naquele período tiveram uma importância fundamental na melhoria da qualidade de vida da população goianiense, pois a cidade estava sendo construída e não contava com infraestrutura para atender os cerca de 40 mil habitantes.

          Uma característica marcante dos primeiros mandatos do Legislativo goianiense era a dedicação incansável de seus representantes. Na ânsia de atender às necessidades comunitárias - que eram incontáveis, já que a cidade acabara de ser fundada -, os primeiros vereadores se dedicavam exclusivamente ao exercício parlamentar, mesmo recebendo um salário irrisório na época.

          As sessões da Câmara eram ininterruptas. Ocorriam de segunda a sexta-feira e não tinham hora para terminar, podendo muitas vezes atravessar a madrugada. Os horários de início das sessões eram rígidos. O recesso natalino de 1947 foi curtíssimo, tendo sido realizadas duas sessões entre as festas de Natal e Ano Novo. 

          Para o advogado, escritor e vereador na Câmara por duas legislaturas, Manuel Messias Tavares, por ser pioneira, a 1ª Legislatura, certamente, foi a que teve mais trabalho. Ele ressalta que foram esses vereadores que criaram as primeiras leis e tomaram providências relacionadas ao progresso de Goiânia. "A ela coube as tarefas primordiais e que ditaram o desenvolvimento do Estado", destaca Manuel Messias Tavares recorda que na 3ª Legislatura, em 1955, quando ele exerceu seu mandato de vereador, as dificuldades ainda eram enormes. O município não dispunha de recursos para realizar obras de maior porte, pois somente veio adquirir sua autonomia político-financeira no governo Hélio Seixo de Brito, em 1962. O Governo do Estado também recebia pouca ajuda do Governo Federal e não conseguia atender sozinho tantas necessidades. 
 
          Na 1ª Legislatura, foram aprovados importantes projetos, como para asfaltamento de ruas, instalação de telefones públicos, redes de água e energia; e para a construção da agência de Correios e Telégrafos de Campinas, do Mercado Municipal de Campinas e da Estação Rodoviária de Goiânia, além de outras necessidades básicas.  

          Segundo Odon Rodrigues de Morais, foi nessa época que a Câmara aprovou a compra do terreno da Praça Cívica para a instalação da sede da Prefeitura de Goiânia. O primeiro necrotério de Goiânia foi solicitado por meio de requerimento da vereadora Ana Pereira Braga (UDN) em 21 de janeiro de 1948. Nesse mesmo ano, o prefeito Eurico Viana apresentou ofício para que as farmácias de Goiânia funcionassem em plantões noturnos.

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